domingo, 3 de junho de 2012

Achava que não conseguiria viver sem ele. Meu marido tinha a mania de falar para o Cazuza: “Você não vai morrer, por que eu não vou deixar”. Às vezes, ele ligava para o pai e pedia “vem aqui falar aquele negócio”. Meu marido largava o trabalho só para falar isso: “Não vou deixar você morrer”. — Lucinha Araújo, mãe de Cazuza 

Um comentário

© adorável psicose
Maira Gall