sábado, 9 de fevereiro de 2013


"Mas eu tenho que admitir a minha solidão: eu sou só e tenho que viver uma certa glória íntima e silenciosa: eu guardo o teu nome em segredo. Eu sou antes, eu sou quase, eu sou nunca, e tudo isso ganhei ao deixar de te amar. Eu te deixo ser, deixa-me ser também…"
Clarice Lispector, olha para mim e me ama, não! tu olhas pra ti e te amas, é o que está certo.

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Maira Gall