terça-feira, 22 de julho de 2014

Amo aquilo que acrescenta, alivia, ampara e faz sorrir. Detesto indelicadeza, agressão gratuita, deboche velado e quem deixa o ambiente pesado.
(Clarissa Corrêa)

‎Só quero que seja natural, simples, fácil e bom. Eu não quero poucos. Eu não quero muitos. Eu quero um. Um amor. Só um.

A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sempre quis alguém que me ouvisse. Não as bobagens que falo de vez em sempre. Mas o que minha alma não sabe dizer. Que fizesse esforço para captar tudo que não sai da minha boca.
© adorável psicose
Maira Gall