quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Com o meu pai eu aprendi a ser gente. E a entender e aceitar que as pessoas são diferentes e precisam se respeitar. E que nem todo mundo tem que ter o mesmo gosto. E que nem sempre o jeito que alguém diz que te ama é o mesmo jeito que você fala e demonstra que ama. E que o mundo é grande demais, por isso a gente tem que correr. E que sempre vai existir alguém mais bonito e mais inteligente que você, assim como sempre vai existir um mais burro e mais feio. E que um abraço fala muito mais do que um monte de palavras. Eu acho que a gente precisa do pai quando é pequeno e depois que cresce. A gente precisa do pai até mesmo depois que ele morre. Mesmo longe, no céu dos pais, eles nos ensinam de alguma forma. Pai é uma figura eterna. E que nunca vai ser substituída. Por ninguém nesse mundo.
(Clarissa Corrêa)

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