quarta-feira, 28 de maio de 2014


É tão estranho, mas todo mundo tem que ser alguma coisa, não é? Sem-teto, famoso, gay, louco, qualquer coisa.
(Charles Bukowski)


Se a vida é passageira, escolha bem os motoristas.
(Clarice Freire)

Eu sou muito mais o tipo de garota que se enrosca com um livro em uma confortável cadeira junto à lareira.
(50 Tons de Cinza)

FRIO É VIDA, AMO MUITO!

Mas, com certeza, para nós, que compreendemos o significado da vida, os números não têm tanta importância.
(O Pequeno Príncipe)


Quando somos bons para os outros, somos ainda melhores para nós.
(Benjamin Franklin)

Mas tenho um lema de vida – aliás muito apropriado: “Somente as pedras não sobem à tona quando caem no fundo de um poço”.
(Caio Fernando Abreu)

Algumas pessoas se destacam para nós. Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Parece que estão na nossa vida desde sempre e que mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão rico compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não sabíamos que existiam. É até possível que tenhamos sentido saudade mesmo antes de conhecê-las. O que sentimos vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é (…) Com elas, o coração da gente descansa.Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos. O afeto flui com facilidade rara. Somos aceitos, amados, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. Com elas, experimentamos mais nitidamente a dádiva da troca nesse longo caminho de aprendizado do amor.
(Ana Jácomo)
© adorável psicose
Maira Gall