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O problema é que ela era muito boa, ela pensava primeiro nas pessoas e depois nela mesma. Ela sempre perdoava erros imperdoáveis por medo de perder, mas sempre perdia. Ela sempre sorria pra parecer satisfeita e nunca demonstrava fraqueza. Ela sempre teve um coração puro, capaz de amar a todos a ponto de esquecer de se amar. Talvez por isso ela teve uma vida tão complicada, por ajudar tanto os outros e esquecer que quem precisava de ajuda era ela.”

— Corroendo.

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