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" Eu não sei equilibrar as emoções. Não sei ser como todas as pessoas seguras de si quanto ao ontem, hoje e o amanhã. Muitas noites eu perco o sono passando pelos três tempos, e tudo isso só para aceitar que tudo o que tenho é o agora. O meu “eu te amo” é sempre além das palavras e eu falo já com o tom de voz se desculpando por não saber dizer do tamanho exato que é. O meu abraço é de quem não quer soltar. O meu drama é dramático, porque redundante também é um traço de mim. Já me desculpo por tudo isso e talvez até pelo que ainda não sei que sou, mas está aqui adormecido. E me desculpo porque não quero passar a vida carregando comigo o peso de querer ser quem não sou. O meu desequilíbrio não me deixa cair. "

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Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora. Eu queria ser trapezista, minha paixão era o trapézio. Me atirava do alto na certeza que alguém segurava-me as mãos não me deixando cair. Era lindo , mas eu morria de medo , tinha medo de tudo quase: Cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encantada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo do que não ficava para sempre. Antônio Bivar

Só encontro você

Eu exagero nas palavras, mas nos meus versos eu só encontro você.