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" Você diz que eu não preciso me preocupar, troca o assunto, desconversa. Eu insisto em saber da sua febre e decorar o horário dos seus remédios. Me deixa ser a farmácia da sua dor de cabeça ou do seu dia ruim mesmo. Sei lá, só me deixa ser qualquer coisa por você. (…) Eu só quero te cuidar, mas isso inclui uns bons exageros. E vê se perdoa eles, por favor e por amor… Perdoa a minha vontade de ser quem lê uma bula inteira do remédio só por você. "

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Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora. Eu queria ser trapezista, minha paixão era o trapézio. Me atirava do alto na certeza que alguém segurava-me as mãos não me deixando cair. Era lindo , mas eu morria de medo , tinha medo de tudo quase: Cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encantada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo do que não ficava para sempre. Antônio Bivar

Só encontro você

Eu exagero nas palavras, mas nos meus versos eu só encontro você.