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É engraçado o modo como tratamos uns aos outros, como máquinas. Ah, você tem que ser forte o tempo todo. Ah, você não pode errar. Até porque máquinas são programadas, e se alguma não funciona corretamente mandamos pro lixo. Você tem que saber exatamente o que fazer e como fazer. Tem que escolher o que é certo, sempre! Mas se erramos não podemos nos desculpar. Palavras não bastam. Nossos atos são interditados. Tentamos conversar. Tentamos fechar a boca e abrir o coração, mas é impossível. As pessoas não querem ouvir ou ver quando o ego está ferido. Do que adianta tentar se vão nos parar no meio do caminho nos chamando de “monstros” e apontando nossos erros? Às vezes eu me pergunto até onde devemos nos sujeitar por alguém.

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Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse agora. Eu queria ser trapezista, minha paixão era o trapézio. Me atirava do alto na certeza que alguém segurava-me as mãos não me deixando cair. Era lindo , mas eu morria de medo , tinha medo de tudo quase: Cinema, parque de diversão, de circo, ciganos, aquela gente encantada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo do que não ficava para sempre. Antônio Bivar

Só encontro você

Eu exagero nas palavras, mas nos meus versos eu só encontro você.